SE EU MORRER DE AMOR, NÃO REPARE...
Se eu morrer de amor, não repare
Sou apenas um poeta delirante
Que ao mínimo afago de carinho
Em seu pescoço me declaro
E foste num sonho retumbante
Que te vi pela última vez
Em pé, ajoelhado ao seu lado
Clamando por um pouco do que foi
Daquilo que passou como vulto acuado
Na chama que tremulava ostentada
Do beijinho fraterno pela noite
Chora um passado tão presente
E você é minha bela ao acaso
Que encontro longe do teu lado
E não espero nada além de tudo
E do nada me declaro
Se eu morrer de amor, não repare
Era apenas um descanso de momento
Que invento, pois te invento
Toda noite ao meu lado
Mauricio Bahia
Se eu morrer de amor, não repare
Sou apenas um poeta delirante
Que ao mínimo afago de carinho
Em seu pescoço me declaro
E foste num sonho retumbante
Que te vi pela última vez
Em pé, ajoelhado ao seu lado
Clamando por um pouco do que foi
Daquilo que passou como vulto acuado
Na chama que tremulava ostentada
Do beijinho fraterno pela noite
Chora um passado tão presente
E você é minha bela ao acaso
Que encontro longe do teu lado
E não espero nada além de tudo
E do nada me declaro
Se eu morrer de amor, não repare
Era apenas um descanso de momento
Que invento, pois te invento
Toda noite ao meu lado
Mauricio Bahia

















